sexta-feira, 23 de junho de 2017

Dez perfis de santidade conjugal_Paulinas Editora

este livro apresenta-nos exemplos de como a fé pode ser vivida no casamento, amando e educando os filhos. Exemplos do séc. 19 e 20, onde está presente a castidade e mártires porque a época assim o dita.



2014 

«O caminho de santidade percorrido juntos, como casal, é possível, é belo, é extraordinariamente fecundo e é fundamental para o bem da família, da Igreja e da sociedade», disse João Paulo II, o primeiro Papa que beatificou um casal de esposos. 

Anunciando assim que «a verdade da chamada universal à santidade não se dirige somente às pessoas individuais, mas no caso daqueles que vivem no matrimónio, é o casal que está envolvido, se não até mesmo toda a comunidade familiar». 

Este livro apresenta dez perfis de santidade conjugal e conta a beleza do amor humano através do exemplo concreto destes santos esposos que, no seu dia a dia, souberam olhar para Deus e conformar-se à sua vontade: 
Raïssa e Jacques Maritain, Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, Gianna Beretta Molla e Pietro Molla, Franz e Franziska Jägerstätter, Wiktoria e Józef Ulma, Giovanni Gheddo e Rosetta Franzi, Louis Martin e Zélie Guérin, Vittoria Rasoamanarivo, Giovanni Yu Jung-Cheol e Lutgarda Yi Sun-I, e por fim Maria Santíssima e São José de Nazaré."



Da Introdução:
"O esforço comum de conquista da santidade que Maria Beltrame Quattrocchi descrevia como uma «formação do tecido maravilhoso que resulta do conjunto dos dois» torna sólida, indissolúvel, a «unidade dos dois». A atual crise do matrimónio não pode ser resolvida pelas efémeras teorias das breves «curas», propostas pelos psicoterapeutas os pelos sociólogos, mas deve ser superada pelos próprios esposos, graças à sua profunda ligação a Deus que é Eterno Amor e deseja acolher na sua casa os seres humanos que se amam. A partir do momento da celebração do sacramento do matrimónio – mais que nunca e mais que em qualquer outro lugar – o amor humano está indissoluvelmente ligado ao Amor de Deus. Não se pode amar cada vez mais o cônjuge sem amar casa vez mais a Deus e vice-versa. Os esposos cristãos não se contentam com a felicidade corporal, para eles é natural aspirar à felicidade eterna. O verdadeiro amor ao outro exprime-se no desejo comum de santidade, porque é ela que assegura que, no futuro, os dois estarão juntos por toda a eternidade.
 Quando a Beata Maria Beltrame Quattrocchi, durante uma doença, tinha o pressentimento da morte próxima, escrevia numa carta ao marido: «Sempre te apoiarei, te confortarei, te defenderei das insídias do inimigo. […] Eu mesma, da terra ou do céu te apresentarei a Deus como algo de meu e Ele te ajudará sempre não por mim, mas porque já tudo o [que é] meu é inteiramente, totalmente de Jesus».
Também  Maria Beltrame Quattrocchi desejou a continuação da comunhão matrimonial descrevendo-a como a continuação da comunhão matrimonial, descrevendo-a como a recomposição do tecido que se tinha rompido depois da morte do seu Luigi.
 A Igreja, ao beatificar dois esposos, traz à plena luz esta nova forma de unidade dos dois que continua na communio sanctorum.
O fio condutor das histórias dos santos esposos que apresentamos é um grande, forte e imutável amor recíproco não fechado numa satisfação sentimental de contentar-se com um feliz «hoje», mas sempre em tensão para o aperfeiçoamento, para um «amanhã» melhor, um amanhã que prossegue na eternidade."Paulinas Editora Online

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